Sábado, Junho 6, 2009

Gabriel Vilas Boas,

Rua de Freixieiro – Perelhal

4750-623

05/06/2009

 

Assunto: Poluição no planeta Terra

 

                                                                                                           Caros habitantes do planeta Terra,

 

A situação actual é terrivelmente preocupante. Apesar de todos o saberem que o planeta Terra está em maus lençóis a população, ou seja nós, não fazemos nada para o impedir. O assunto preocupante em análise é devido á poluição. Este assunto é cada vez mais abordado pela população, mesmo assim não fazemos nada para o impedir. Várias espécies tanto quer animais, como vegetais desaparecem, como num piscar de olhos. A ciência actual está a fazer os seus esforços para reduzir ao máximo o envio de gases prejudiciais e de outros componentes químicos, que afectam e atmosfera e a biodiversidade, no entanto nós, população em geral estamos lá importados com isto. Mas a verdade é que se isto continuar á velocidade que se verifica podemos começar a fazer as malas para ir para outro planeta. Só para ficarem a saber, o planeta está com um índice de recursos abaixo do índice de recursos necessários ara a população, ou seja, a quantidade de população neste planeta é muito elevada para os recursos que animais, quer vegetais (alimento) que se esgotam a olhos vistos. Isto tudo é divido á poluição. Por isso venho apelar á população para pensarem um pouco mais no planeta do que em só eles próprios.

 

Agradecimentos,

 

                                            

Gabriel Vilas Boas

 

 

 

 

 

 

Publicado por Gaby__vb em 16:22:42 | Permalink | Sem Comentários »

Acontecimento Bombástico

No dia 3 de Junho de 2009, ocorreu-se um estranho caso acerca de um vírus, que supostamente foi colocado na comida da cantina da escola EBI de Vila Cova. Este vírus propagou-se por quase todos os alunos na escola. Tem como principais efeitos, febres altíssimas e terríveis dores abdominais. Por isso fui chamado a investigar este misterioso caso. Como primeiros suspeitos, apontei logo para as cozinheiras, questionei-as e cheguei á conclusão de que talvez não fossem elas, porque a história de todas encaixava. De seguida fui investigar os registos de pessoas que entraram nesse dia na escola, e deparei-me com um homem na lista que cujo nome não me era estranho, que era José Figueiredo. Este homem foi um médico forense do Porto, que foi preso durante 2 anos e meio por estar a criar um vírus que era prejudicial para a saúde. Enquanto pesquisava informações sobre este homem, fui informado que este vírus era desconhecido pelos médicos forenses, no qual contemplaram-no como o vírus CookH3. Após ter recebido esta informação foi-me dada outra, e esta era má, porque os médicos não sabiam como arranjar um antídoto, por isso eu tinha de ir falar com o tal suspeito, o José. Foi então que decidi tomar rumo para a casa dele, mas com reforços, porque ele poderia tornar-se violento. Quando chegamos a casa dele, batemos á porta e ninguém respondeu. Foi então que decidimos arrombar a porta e entrar á força. Mas infelizmente ninguém se encontrava em casa. Foi então que comecei a procurar provas, e foi quando me deparei com um estranho barulho, era o soalho da casa que numa parte parecia estar oco. Foi então que tirei o tapete que o cobria e deparei-me com uma passagem secreta. E então chamei a força de intervenção para entrar e verificar o perímetro daquela passagem. Quando chegou lá baixo, encontramos o José, rodeado de máquinas altamente sofisticadas, e preparando mais uma dose de vírus. Foi então que o prendemos e o levamos para a esquadra. Entretanto eu já tinha encontrado as fórmulas para o antídoto e entreguei-as aos médicos forenses para fazer os antídotos para curar os alunos. Antes do José ir preso fiz-lhe uma última pergunta:

- Qual era o teu objectivo com isto tudo?

- É que eu detesto crianças, e quando era pequeno sofri de um vírus parecido a este e ninguém me curou, só mais tarde é que eu me curei. Por isso estava a testar as capacidades de estas crianças mimadas.

 - Tenho pena por ninguém ter resolvido na altura o teu problema, mas isso não é razão suficiente para fazeres o que fizeste.

Após ter dito isto, virei-lhe costas e nunca mais o vi. Este caso é como o meu amigo Einstein dizia: “As duas coisas infinitas: o Universo e a tolice dos homens.

Publicado por Gaby__vb em 15:51:51 | Permalink | Sem Comentários »

Segunda-feira, Junho 1, 2009

Viagem no comboio

Estava eu no comboio que liga Barcelos a Porto, quando vi uma rapariga bem-parecida sentar-se a meu lado. Estando a ouvir “os meus RedHot” não notei que ela me tivesse chamado. Foi então que ela tocou no meu ombro, e aí eu tirei os “phones” e atendi ao pedido:

- Desculpa, mas podes-me dizer um sítio onde devo colocar a minha mala?

- Sim claro, coloca-a ali.

- Não sei se já reparas-te, mas eu sou cega. E espero que isso não tenha sido uma piada.

- Desculpa, eu não tinha reparado.

Ao fim deste mal-entendido, eu comecei a fazer conversa com ela, mas ela era um pouco de “pé atrás” comigo. Mesmo assim continuava a dizer-lhe várias coisas, acerca de vários temas. Á medida que o tempo passava, eu reparava nela que estava ganhando a sua confiança, e ela já me respondia. Contava-lhe coisas acerca mais da paisagem deste mundo. Foi então que lhe perguntei:

- A tua cegueira é de nascença, ou tiveste um problema depois?

- A minha cegues foi devido a um problema que tive depois de nascer, aos 9 anos.

Ela entusiasmou-se com a conversa e começou a contar a sua vida, ela entristecia-se por não poder voltar a ver, mas o grande motivo era para ver a sua mãe. Ela dizia que a sua mãe era uma grande heroína para ela, pois ela só de lembrar o seu sorriso, dizia que era melhor que qualquer das coisas no mundo. Também disse que o seu pai já tinha morrido antes de ela nascer, porque foi devido a um acidente de automóvel.

Enquanto ela me contava a sua história eu interrompia, dizendo as coisas que via no exterior, como campos verdes, florestas densas de fauna e flora, e ela só dizia que dava tudo para voltar a ver o sorriso da sua mãe. Foi então que a viagem chegara ao fim. Eu ajudei-a a sair do comboio, e me despedi dela. Foi nesse preciso momento que ela me agradeceu por esta maravilhosa conversa e de seguida ela foi-se embora.

  

Publicado por Gaby__vb em 20:00:53 | Permalink | Sem Comentários »

Extraterrestre

”Os extraterrestres são seres que não existem, eu nunca na minha vida vou ver nenhum, porque eles simplesmente não existem.”- Este era o meu pensamento antes de me acontecer uma coisa que me fez mudar completamente de ideias acerca este assunto.

À alguns dias atrás, estava eu na minha habitual caminhada, e que de repente um enorme clarão surgiu na minha frente, e me obrigou a proteger a minha cara com o meu braço. Foi então que vi um ser. Nos primeiros instantes confesso que fiquei um pouco apavorado após ter visto aquela “coisa”, mas depois observando melhor vi que se tratava de um extraterrestre. Foi então que desatei a correr, mas o extraterrestre nem pestanejou, permanecendo imóvel. Reparando naquela situação, abrandei o passo, chegando mesmo a parar. Foi então que eu decidi ir ter com ele. Chegando perto dele, comecei a fazer gestos, tentando questioná-lo acerca de onde veio. Ele olhando para mim disse:

- Eu falo todas as línguas incluindo português, por isso pára de fazer esses gestos.

E eu perguntei-lhe:

- Como te chamas?

- Zoid 134.

- De onde vens Zoid 134?

- Venho do planeta Zoid.

Foi então que começamos um discurso infindável, mas o tempo escasseava e eu ainda tinha uma grande pergunta e fazer-lhe, que era:

- Porque vieste aqui parar, e porquê que vens sozinho?

- Eu vim numa missão de descoberta planetária, e venho sozinho porque as missões são me concedidas para as fazer sozinhas. Após esta conversa vejo que a vossa civilização ainda tem muito para evoluir, mas é uma civilização agradável. Até á próxima amigo terráqueo.

Foi então de que um enorme clarão surgiu e ele desapareceu e nunca mais lhe coloquei a vista em cima. 

Publicado por Gaby__vb em 19:41:01 | Permalink | Sem Comentários »

Quinta-feira, Maio 14, 2009

Trabalho Sintaxe”

Publicado por Gaby__vb em 17:51:59 | Permalink | Sem Comentários »

Sexta-feira, Maio 1, 2009

A história do DIa da Mãe

As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimónias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo. Durante o século XVII, a Inglaterra celebrava no 4º Domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia chamado “Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães inglesas. Neste período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões. No Domingo da Mãe, os servos tinham um dia de folga e eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe. À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” – a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe. As pessoas começaram a homenagear tanto as suas mães como a Igreja. Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida pela primeira vez em 1872 por Julia Ward Howe e algumas apoiantes, que se uniram contra a crueldade da guerra e lutavam, principalmente, por um dia dedicado à paz. A maioria das fontes é unânime acerca da ideia da criação de um Dia da Mãe. A ideia partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente família e amigos. Nessa ocasião, a sra. Jarvis enviou para a igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos, e que simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos enviou mais de 10.000 cravos para a igreja de Grafton – encarnados para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas – e que são hoje considerados mundialmente com símbolos de pureza, força e resistência das mães. Segundo Anna Jarvis seria objectivo deste dia tomarmos novas medidas para um pensamento mais activo sobre as nossas mães. Através de palavras, presentes, actos de afecto e de todas as maneiras possíveis deveríamos proporcionar-lhe prazer e trazer felicidade ao seu coração todos os dias, mantendo sempre na lembrança o Dia da Mãe. Face à aceitação geral, a sra. Jarvis e os seus apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, como ministros, homens de negócios e políticos com o intuito de estabelecer um Dia da Mãe a nível nacional, o que daria às mães o justo estatuto de suporte da família e da nação. A campanha foi de tal forma bem sucedida que em 1911 era celebrado em praticamente todos os estados. Em 1914, o Presidente Woodrow Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o 2º Domingo de Maio como o Dia da Mãe. Hoje em dia, muitos de nós celebram o Dia da Mãe com pouco conhecimento de como tudo começou. No entanto, podemos identificar-nos com o respeito, o amor e a honra demonstrados por Anna Jarvis há 96 anos atrás. Apesar de ter passado quase um século, o amor que foi oficialmente reconhecido em 1907 é o mesmo amor que é celebrado hoje e, à nossa maneira, podemos fazer deste um dia muito especial. E é o que fazem praticamente todos os países, apesar de cada um escolher diferentes datas ao longo do ano para homenagear aquela que nos põe no mundo. Em Portugal, até há alguns anos atrás, o dia da mãe era comemorado a 8 de Dezembro, mas actualmente o Dia da Mãe é no 1º Domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de Cristo.

Quem quiser saber mais é só visitar este site.
Publicado por Gaby__vb em 14:34:55 | Permalink | Sem Comentários »

Segunda-feira, Abril 27, 2009

Eça de Queirós

José Maria de Eça de Queirós nasceu em Novermbro de 1845, numa casa da praça do Almada na Póvoa de Varzim, no centro da cidade; foi baptizado na Igreja Matriz de Vila do Conde. Filho de José Maria Teixeira de Queirós, nascido no Rio de Janeiro em 1820, e de Carolina Augusta Pereira d’Eça, nascida em Monção em 1826.

Eça de Queirós foi batizado como “filho natural de José Maria d’Almeida de Teixeira de Queiroz e de Mãe incógnita”, fórmula comum que traduzia a solução usada em caso similares nos registos de baptismo quando a mãe pertencia a estratos sociais elevados.

Uma das teses para tentar justificar o facto dos pais do escritor não se terem casado antes do nascimento deste sustenta que Carolina Augusta Pereira de Eça não teria obtido o necessário consentimento da parte de sua mãe, já viúva do coronel José Pereira de Eça.

De facto, seis dias após a morte da avó que a isso se oporia, casaram-se os pais de Eça de Queirós, quando o menino tinha quase quatro anos. Por via dessas contingências foi entregue a uma ama, aos cuidados de quem ficou até passar para a casa de Verdemilho em AradasAveiro, a casa da sua avó paterna que em 1855 morreu.

Nessa altura, foi internado no Colégio da Lapa, no Porto, de onde saiu em 1861, com dezasseis anos, para a Universidade de Coimbra onde estudou direito.

Além do escritor, o casal teria mais seis filhos.O pai era magistrado, formado em Direito por Coimbra. Foi juiz instrutor do célebre processo de Camilo Castelo Branco, juiz da Relação e do Supremo Tribunal de Lisboa, presidente do Tribunal do Comércio, deputado por Aveiro, fidalgo cavaleiro da Casa Real, par do Reino e do Conselho de Sua Majestade. Foi ainda escritor e poeta.

Em Coimbra, Eça foi amigo de Antero de Quental. Os seus primeiros trabalhos, publicados avulso na revista “Gazeta de Portugal”, foram depois coligidos em livro, publicado depois da sua morte sob o título Prosas Bárbaras.

Em 1869 e 1870, Eça de Queirós fez uma viagem de seis semanas ao Oriente (de 23 de Outubro de 1869 a 3 de Janeiro de 1870), em companhia de D. Luís de Castro, 5.º Conde de Resende, irmão da sua futura mulher, Emília de Castro, tendo assistido no Egipto à inauguração docanal do Suez: os jornais do Cairo referem «Le Comte de Rezende, grand amiral de Portugal et chevalier de Queiroz». Visitaram, igualmente, a Palestina. Aproveitou as notas de viagem para alguns dos seus trabalhos, o mais notável dos quais o O mistério da estrada de Sintra, em 1870, e A relíquia, publicado em 1887. Em 1871, foi um dos participantes das chamadas Conferências do Casino.

Quando foi despachado mais tarde como administrador municipal de Leiria, escreveu a sua primeira novela realista, O Crime do Padre Amaro, que apareceu em 1875.

Tendo entrado na carreira diplomática, Eça de Queirós passou os anos mais produtivos de sua vida em Inglaterra, como cônsul de Portugal emNewcastle e em Bristol. Escreveu então alguns dos seus trabalhos mais importantes, A Capital, escrito numa prosa hábil, plena de realismo. Suas obras mais conhecidas, Os Maias e O Mandarim, foram escritas em Bristol e Paris, respectivamente.

Seu último livro foi A Ilustre Casa de Ramires, sobre um fidalgo do séc XIX com problemas para se reconciliar com a grandeza de sua linhagem. É um romance imaginativo, entremeado com capítulos de uma aventura de vingança bárbara que se passa no século XII, escrita por Gonçalo Mendes Ramires, o protagonista. Trata-se de uma novela chamada A Torre de D. Ramires, em que antepassados de Gonçalo são retratados como torres de honra sanguínea, que contrastam com a lassidão moral e intelectual do rapaz.

Morreu em 16 de Agosto de 1900 em Paris. Teve funerais nacionais. Está sepultado em Santa Cruz do Douro.

Seus trabalhos foram traduzidos em aproximadamente vinte línguas.

Foi também o autor da Correspondência de Fradique Mendes e A Capital, obra cuja elaboração foi concluída pelo filho e publicada, postumamente, em 1925. Fradique Mendes, aventureiro fictício imaginado por Eça e Ramalho Ortigão, aparece também no Mistério da Estrada de Sintra.

Cronologia sumária

Publicado por Gaby__vb em 21:06:29 | Permalink | Sem Comentários »

Domingo, Abril 26, 2009

Herói ou Ídolo

   Em tempos o conceito de herói, era uma espécie de salvador que se tornava numa pessoa/ser “invencível”. O herói a que me refiro, é aqule que em tempos passados decidiu a história. Enúmeros modelos como Jesus, ou até mesmo um caso português como o Vasco da Gama. Centrando-me no modelo português, Vasco da Gama com a ajuda do povo português conseguiu descobrir o caminho marítmo para a Índia. Este feito alterou por completo a histria mundial. Já aclarei o caso poruguês, agora centrando-me em Jesus, este odelo é sem dúvida o mais adequado para esta temática. Ele foi um autêntico herói, para os cristãos, ao ponto de pagar a liberalização humana com a sua própria vida.

   Mas hoje em dia este conceito já não se enquadra bem nos tempos modernos, sendo assim, existe um novo modo, ao qual se chama de Ídolo. Os ídolos são persoagens conhecidas que têm certas aptidões para determinadas áreas de es+ectáciulo, alguns ídolos “arrastam” multidões que os “veneram”, cujo nome é de fãs, que geralmente são jovens. No meu ponto de vista mais abrangente, pronuncio que existe uma abundante diferença entre herói e ídolo. A minha justificação é que o Herói é um ser que arrisca a sua vida pelos outros, e o Ídolo é um ser que mostra as suas aptidões para impressionar os seus fãs.

 

Publicado por Gaby__vb em 11:38:35 | Permalink | Sem Comentários »

Segunda-feira, Abril 6, 2009

A Manopla de Karasthan

Neste contexto bélico existe um mundo, Allaryia, de grandes heróis e vilões infames, de seres de uma beleza indescritível e criaturas maléficas de uma fealdade atroz, nações poderosas e impérios tirânicos. Depois de muitas eras que alternaram entre a paz e a discórdia, encontramos neste primeiro volume das Crónicas de Allaryia, um tempo de aparente tranquilidade, de uma calma inquietante, semelhante ao silêncio que antecede a tempestade. Algures, numa câmara escura, subterrânea, algo se move, tentando libertar-se de anos de cativeiro, algo monstruoso, inumano, sedento de sangue e dor. O povo de Allaryia perdeu o seu campeão. Aewyre Thoryn, o filho mais novo do saudoso rei, pega em Ancalach, a espada do seu pai, decide descobrir o que realmente lhe aconteceu e parte a caminho de Asmodeon…
 
Autor: Filipe Faria
Colecção: Via Láctea

Publicado por Gaby__vb em 20:15:42 | Permalink | Sem Comentários »

Sábado, Fevereiro 14, 2009

Gil Vicente

Deixo aqui um site com um apanhado da vida e obra de Gil Vicente.
Publicado por Gaby__vb em 20:49:42 | Permalink | Comentários (1) »